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Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
A JSD no parlamento a representar todos os jovens portugueses!

Duarte Marques, a voz das Novas Gerações

Duarte Marques, Presidente da JSD, discursou hoje no debate parlamentar sobre o Plano de Governo, onde teve oportunidade de expor as grandes dificuldades que a Juventude Portuguesa hoje passa, após 6 anos consecutivos de má governação socialista.

Denunciou o legado que a governação socialista deixou às gerações mais jovens: uma juventude portuguesa assolada pela alta taxa de desemprego e uma formação desadequada da realidade, uma realidade educativa onde impera o facilitismo e marcada pelos cortes das bolsas de acção social escolar, uma gestão socialista que se esqueceu dos mais jovens e que provocou uma elevada procura de oportunidades fora de portas.

O último Governo colocou em causa o Futuro das novas gerações. É uma situação que não foi o PSD que criou mas que será este governo que vai ter de resolver.

Duarte Marques referiu que começou um Tempo Novo, um projecto de mudança mas sobretudo de esperança para milhares de jovens portugueses, um tempo de mais justiça intergeracional.

Evidenciou um sinal claro como este governo entende como prioritário o combate ao desemprego jovem: uma Secretaria de Estado vocacionada para o apoio ao Empreendedorismo.

Duarte Marques expressou o seu apoio ao programa de Governo no que respeita à urgente alteração das leis laborais que permita aos mais jovens aceder mais facilmente ao mercado de trabalho, a necessária reorganização da rede de ensino superior e adequá-la às reais necessidades do mercado de trabalho, a fundamental implementação da Liberdade de Ensino e o incentivo da exigência e da autonomia das escolas para uma melhor Educação.

Para Duarte Marques há uma geração que quer uma oportunidade de mostrar as suas qualidades e que quer acrescentar valor ao seu país.

É tempo de Resgatar o Futuro de uma Geração!

 

Duarte Marques - líder da JSD nacional

Vídeo da intervenção de Duarte Marques - http://videos.sapo.pt/9j3HNR2i21fQdNKLRuyV

publicado por JSD Aguiar da Beira às 20:22
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
Eleita nova Comissão Política Regional da JSD do Distrito da Guarda!

Comissão Politica Regional

Presidente - Filipe Manuel Avelino Rebelo; Meda

Vice – Presidentes Coordenadores

Ricardo Filipe Morgado de Sousa, Gouveia

Maria João Esteves Negrão Ramos, Manteigas

Vice – Presidentes

José David Rodrigues Santiago, Trancoso

Pedro Miguel Bernardo Gonçalves, Aguiar da Beira

Secretária-Geral

Cátia Sofia dos Santos Madeira, Pinhel

Secretários - Gerais Adjuntos 

Ana Isabel Guerra Marcos, Figueira de Castelo Rodrigo

José Cardoso Rebelo, Seia

Vogais

Jónatas da Fonseca Farias Rodrigues, Celorico da Beira

Emanuel dos Santos Monteiro, Sabugal

Rui Augusto Monteiro Leitão, Almeida

Hugo Miguel Marçal Paulino, Foz Côa

Afonso João Pires da Silva Martins, Seia

Vítor Jorge da Fonseca Rosa, Trancoso

Maria da Conceição Marques Lopes, Aguiar da Beira

Luís Filipe Paulos Soares, Guarda

Frederico Sepúlveda Vicente de Oliveira Pina, Almeida

Bruno Filipe Morgado Sousa, Gouveia

 Coordenador Formação  

Paulo Jorge Caetano Lopes, Fornos de Algodres

Gabinete de Estudos

Marco Aurélio Mano Saldanha, Meda

 

Moção Estratégica para o biénio 2011-2013.

Voltar a Crescer!

Ao longo dos anos, muito se tem debatido sobre o Interior e, as suas fragilidades, assim como sobre a nossa Juventude. Muitas e boas soluções foram já apresentadas.

O problema existe e o diagnóstico está feito.

A Reorganização Administrativa, vai ser o nosso grande desafio, promover o diálogo, o debate, de forma a assegurar que se mantenha, a proximidade dos eleitores com os eleitos. A importância das Juntas de Freguesia nos meios rurais, não é a mesma dos meios urbanos. A proximidade entre eleitos e eleitores não pode ser posta em causa.

A Moção Estratégica, Voltar a Crescer foca assim as seguintes temáticas: Empreendedorismo Jovem, a Cooperação Intermunicipal, Valorização dos Produtos Locais, Relação da economia/ensino, os Transportes, Acção Social, o Turismo, a Agricultura e a Floresta.

Empreendedorismo Jovem

Um grave problema que o interior enfrenta na área do empreendedorismo é exactamente a realidade de o jovem empreendedor não apostar no desenvolvimento da sua actividade no interior, deslocando-se, muitas vezes, para o litoral e reforçando a grave realidade do êxodo empresarial para os grandes centros urbanos.

Este fenómeno resulta de uma flagrante falta de informação sobre as oportunidades e potencialidades das regiões do interior. A isto se alia o alheamento dos responsáveis públicos das questões de desigualdade territorial.

 Associado a este tema, vem a competitividade. Verifica-se, nos dias de hoje, uma grave falta de investimento empresarial, acompanhada de estagnação económica do interior face ao litoral, e que culmina na falta de competitividade.

A solução apresentada só poderá passar pela atribuição de verdadeiros incentivos fiscais ao empreendedor que opta por desenvolver a sua actividade no interior. A título de exemplo, refira-se a isenção da taxa de IRC a empresas instaladas em concelhos com baixos índices de desenvolvimento.

A finalidade é a da discriminação positiva a empreendedores instalados em concelhos do interior, de forma a atrair mais empresas para os pólos industriais e comerciais existentes.

 

Cooperação intermunicipal

Deverá recordar-se que a cooperação intermunicipal é, hoje, ainda deficiente e artificial, o que coloca em causa um desenvolvimento eficaz das economias locais, nomeadamente no interior.

Para um desenvolvimento mais eficaz e homogéneo do interior é, portanto, urgente repensar a organização e funcionamento das associações de municípios, de forma a reforçar a intermunicipalidade, com competências efectivas e práticas.

Áreas como o turismo, equipamentos e serviços devem ser repensados a uma escala supramunicipal, de forma a gerir racionalmente os escassos recursos financeiros que os municípios do interior actualmente têm ao seu dispor. Tais medidas poderão, eventualmente, ter de ser aplicadas através de legislação sancionatória para o não cumprimento dos objectivos propostos.

Com maior responsabilidade comum e com a obrigatoriedade do cumprimento de determinados objectivos sub-regionais, ficarão assim lançadas as bases para um desenvolvimento sustentável dos municípios.

 

Valorização dos produtos locais

Os produtos endógenos não são suficientemente valorizados pelos produtores locais, nem existe uma estratégia consertada de marketing no sentido de os conduzir a mais e mais amplos mercados. A agricultura revela uma produção débil e mal planeada, há necessidade de valorizar o território seguindo boas práticas ambientais, explorando o conceito de desenvolvimento sustentável nestas regiões menos favorecidas que são, ao mesmo tempo, aquelas em que se concentram as maiores reservas de recursos necessários ao processo de desenvolvimento (água, floresta, solo…).

Exige-se, com efeito, uma séria valorização dos produtos endógenos, através da criação de associações de produtores que facilitem a produção em escala, a maior facilidade de escoamento do produto e a criação de estratégias de marketing comuns.

Exemplos como o da “cereja do Fundão” devem ser também seguidos em produtos como o azeite, o mel, o queijo, a castanha e tantos outros.

Esta solução virá reforçar a agricultura local, dotando os produtores de mecanismos comuns de desenvolvimento da sua actividade e sublinhando o espírito comunitário e de intercâmbio de meios.

 

 

Relação economia/ensino

Tem vindo a verificar-se, nos últimos tempos, uma ausência da participação das instituições de ensino superior no desenvolvimento e potencialização do tecido empresarial e industrial das regiões do interior em que se inserem.

Será, como tal, premente a implantação de incentivos ao desenvolvimento de projectos de investigação científica ligados à criação de empresas, que apostem na inovação e na potencialização dos recursos, da indústria e da própria região.

Sublinhe-se que esta visão desdobra-se numa dupla perspectiva: o papel das universidades na inovação promovida pela investigação e o seu contributo para a inicialização de projectos, que visem a valorização das potencialidades regionais.

Neste sentido, as autarquias, numa terceira fase, devem desempenhar um papel de facilitadores para a implementação e desenvolvimento do projecto. A título de exemplo, refira-se a questão das incubadoras de empresas, desta feita, numa visão de conjunto com o meio académico.

Assim, estabelecer-se-á uma forte e verdadeira colaboração entre meio académico e empresarial, dotando este último de uma vantagem competitiva essencial.

Para além disso, a questão da racionalização de cursos por localidade e por região, quer a nível do ensino profissional, quer superior, será de extrema importância. Sendo necessário haver uma oferta formativa adequada e especializada, numa localidade ou num estabelecimento de ensino, não competindo assim com um município vizinho ou um mesmo estabelecimento de ensino da mesma localidade.

 

Transportes

1. No que concerne ao funcionamento dos transportes no interior, torna-se cada vez mais imperiosa a reformulação e adaptação das redes ferroviárias e rodoviárias, com particular análise do mercado espanhol.

2. Verifica-se ainda uma fraca oferta dos transportes públicos, que são financiados de forma diferente em Lisboa e no Porto e também no interior o deveriam ser.

Adequar uma oferta sustentável e eficaz a nível de distrito e mesmo a nível concelhio.

 

Acção Social

Hoje em dia, nas regiões do interior as populações apercebem-se que a atribuição de verbas às instituições de cariz social não leva em conta especificidades do interior. Deve, por isso, ser efectuada uma diferenciação em relação ao preço dos produtos de primeira necessidade.

 

Turismo

1. No subtema do turismo, chama-se a atenção da juventude para a aposta na valorização da identidade local de acordo com o potencial endógeno.

2. Considera-se também como fundamental o investimento nos nichos de mercado do turismo rural de aventura, lazer e sénior.

 

Agricultura

Ao sector agrícola, têm sido concedidos inúmeros subsídios e ajudas desde a adesão à CEE. No entanto, estes investimentos têm-se revelado curtos, por serem sucessivamente desperdiçados em projectos sem viabilidade económica.

Devemos defender:

Uma contínua aposta na formação empresarial específica no sector é essencial, acompanhada de uma aposta nos investimentos com maior escala e mais competitivos internacionalmente;

Uma aposta na promoção de cursos técnicos “on job” em vez dos actuais cursos de teóricos desadaptados da realidade local é também muito importante.

 

Floresta

Um dos maiores recursos do país situa-se no interior.

A floresta tem sido um parente pobre das políticas dos sucessivos governos.

È importante apostar na Economia da Floresta:

Melhorar os mecanismos de apoio ao investimento com escala (só com grande escala este sector é rentável para lá da industria da celulose);

Criar mecanismos jurídicos de aceleração da concentração do investimento em escala através de grupo de investidores e associações de produtores;

Introduzir mecanismos legais tendentes à reflorestação muito mais simples.

publicado por JSD Aguiar da Beira às 15:26
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Uma intervenção para pensar e futuramente "operar"!

A intervenção efectuada pelo Presidente da República foi totalmente ao encontro daquilo a que assistimos e daquilo que propomos para que se combata a desertificação e o abandono do nosso concelho e respectivas freguesias. No entanto, esta retórica já é nossa conhecida, contudo ficamos muito agradados com o impulso dado a esta, com o discurso inteligente e eloquente e a atenção dada pelo Presidente da República. Falta agora, operacionalizar as sugestões e as propostas que vêm estando em cima da mesa há alguns anos. Comece-se por planear estas a nível governativo e que se comecem a dar poderes a nível autarquico para que estas façam a diferença.

 

Deixamos de seguida um breve trecho do discurso do Presidente da república efectudo no dia de Portugal! Isto porque o Interior é Portugal!

Numa intervenção em que começou por lembrar que desde que assumiu funções como chefe de Estado é a primeira vez que as mesmas têm lugar numa capital de distrito do interior do país, Cavaco silva salientou que «a escolha de Castelo Branco traduz uma opção amadurecida e ponderada» no sentido de chamar a atenção para os grandes problemas nacionais.

Salientando que «Portugal é mais do que a vida dos partidos e o ruído dos noticiários» e que uma das principais funções do chefe de Estado «consiste, precisamente, em ver mais além do que a política do dia a dia», Cavaco Silva deixou apenas uma nota sobre a actualidade, frisando que não se pode falhar.

«Não podemos falhar. Os custos seriam incalculáveis. Assumimos compromissos perante o exterior e honramo-nos de não faltar à palavra dada», sublinhou, notando que «é Portugal inteiro que tem de se erguer nesta hora decisiva, um tempo de sacrifícios, de grandes responsabilidades».

Cavaco Silva sublinhou a necessidade de destacar os problemas que o país enfrenta, mas sem esquecer também de destacar as suas potencialidades «que por vezes passam despercebidas». O chefe de Estado sublinhou por isso a relevância do desenvolvimento do interior do país que padece de problemas associados ao despovoamento agrário do interior, como a perda de laços familiares, desemprego e empobrecimento.

No seu discurso Cavaco Silva disse ainda que o reforço dos poderes locais e a intervenção comunitária permitiram colmatar algumas fraquezas nesta área, mas ainda assim não deixou de salientar as desigualdades sociais entre aqueles que «resistem à austeridade da terra» e «aqueles que optaram por sair».

«As assimetrias regionais são também assimetrias sociais», disse Cavaco que considerou ser «imperativo nos dias de hoje promover o meio rural». O Presidente da República disse ainda que o despovoamento do interior «configura-se hoje como um dos grandes problemas nacionais», o qual não será resolvido com «nostalgias do passado» e que cabe às autarquias, empresas e empreendedores locais apostar neste crescimento.

 

in http://www.ointerior.pt/noticia.asp?idEdicao=605&id=31238&idSeccao=7430&Action=noticia

publicado por JSD Aguiar da Beira às 15:18
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Sexta-feira, 3 de Junho de 2011
Dia 5 de Junho vota PSD, vota na Mudança, vota em Passos Coelho...para passar a haver uma responsabilidade inter-geracional e castigar os culpados do estado a que chegamos!

Resta saber quais serão as consequências a longo-prazo para os que ainda não podiam votar quando José Sócrates foi, pela primeira vez, eleito, e para aqueles que nem sequer nasceram ainda.  


Segundo Duarte Marques, "Actualmente, cada português nasce já com uma dívida de 16.000 euros! É fácil ver o quanto a gestão de José Sócrates prejudicou o futuro das novas gerações. Os jovens deixaram de acreditar num Portugal rico e próspero, que valorize o talento, a criatividade e a ousadia de vencer. É preciso mudar de políticos e de políticas, construir um Portugal com futuro e que devolva a confiança e a esperança à juventude".

As decisões tomadas na actualidade irão afectar várias gerações de portugueses. Por isso, torna-se imperativo reconhecer o impacto inter-geracional das decisões legislativas, económicas, financeiras, sociais, etc. Precaver o futuro das próximas gerações é precaver o futuro de Portugal! A JSD propõe sete medidas concretas:

1. Criação do Alto Comissariado para a Justiça Inter-Geracional - que se pronunciará sobre a elaboração de actos legislativos com impacto inter-geracional, dará parecer sobre projectos públicos plurianuais e acompanhará a sua execução;

2. Avaliação das Finanças Públicas - consagração de um instrumento de avaliação para as decisões que implicam investimento público e gerem encargos que durem por mais de um exercício orçamental;

3. Controlo da Acumulação Injusta de Riqueza – ninguém deverá enriquecer através de monopólios, privilégios ou posições de domínio em sectores supostamente concorrenciais;

4. Promoção da Natalidade - através da reposição e aumento do abono de família; da discriminação positiva dos agregados com mais dependentes; da taxa reduzida de IVA para os bens e serviços necessários a bebés e crianças; da melhoria dos regimes de licenças de parentalidade; dos incentivos fiscais às empresas que prestem ou facilitem cuidados aos filhos dos seus colaboradores; da promoção da participação dos pais e encarregados de educação na gestão das escolas, bem como no acompanhamento efectivo do percurso educativo dos seus filhos; da efectividade do sistema de acção social escolar; da implementação ao nível do sistema público de educação de um sistema de empréstimo do material escolar e de alterações no mercado imobiliário para famílias numerosas;

5. Emigração Jovem - Monitorizar e facilitar o regresso dos jovens portugueses emigrantes;

6. Sistema Social de Pontos - criação de um sistema de pontos sociais que resultem do trabalho cívico e comunitário com a correspondente atribuição de pontos e implementação desta medida como condição para quem recebe o RSI.

7. Sustentabilidade da Segurança Social - criar a obrigação de prestar actividade socialmente útil ou adquirir formação profissional para aquisição de competências que facilitem a inserção no mercado sócio-profissional, de forma a assegurar a sustentabilidade do sistema de segurança social para as gerações futuras. Pretende-se assim atribuir mais competências aos desempregados, devendo estes ter formação de acordo com as necessidades evidenciadas pelo mercado laboral.

publicado por JSD Aguiar da Beira às 01:17
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