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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
Interioridade...pensamentos, politicas e debate!!!

Soluções/Ideias:

 

 

 - "É de todo necessário destacar aos olhos da opinião pública um conjunto de realizações de algum modo exemplares - seja no plano económico-empresarial, seja no da afirmação cultural e identitária, seja no da própria reinvenção institucional indispensável para promover processos consistentes e sustentáveis de desenvolvimento - é necessário contribuir para combater alguns estereótipos ou meias verdades sobre a situação do mundo rural e das regiões do Interior e, com isso, combater também a atitude demissionista que frequentemente lhes está associada. Como tantas vezes se diz, mesmo sabendo que são estruturais e consolidadas por longos percursos históricos as causas dos atrasos e grandes injustiças sociais do País, nada impõe que estes se tornem ou tenham de ser considerados inestão, um pouco por todo o lado, demonstrações práticas inequívocas de que a vida das populações nunca está definitivamente perdida em becos sem saída." 
 
 
- "«Desafios da interioridade - a riqueza ambiental e a vantagem para a sustentabilidade». A tónica é portanto positiva, contrariando o contexto de lamentações normalmente associado ao debate sobre a questão da interioridade. Com efeito, numa perspectiva ambiental e de sustentabilidade, a vantagem das zonas de interior reside na existência de recursos com potencial de desenvolvimento económico e social, que ao serem utilizados numa óptica de gestão ambiental e de equilíbrio sustentado, dentro dos limites compatíveis com a sua sensibilidade, permitam a manutenção das condições essenciais ao próprio desenvolvimento."
- “Poderia questionar-se a existência de uma estratégia de desenvolvimento enquanto tal; ou seja, enquanto expressão inequívoca da vontade e potencialidades de desenvolvimento económico e social endógenos, consubstanciada nas decisões das instâncias políticas pertinentes e operacionalizada através de programas e medidas de política económica dotados da necessária coerência interna.
"Se bem que sem podermos ser exaustivos, torna-se indispensável que comecemos por uma reflexão sobre os principais aspectos do modelo de desenvolvimento económico seguido no País e do qual tanto a «interioridade» como o desemprego são reflexo evidente.
  Porquê, então, esta nossa relativa incapacidade de afirmação pro-activa e de liderança e protagonismo de um processo de desenvolvimento endógeno e sustentado? Em nossa opinião, por duas ordens de razões fundamentais:
1) algum insucesso na forma de tirar proveito da indispensável abertura externa, o que tem gerado círculos viciosos importantes no nosso processo de desenvolvimento - a articulação dinâmica estrutura produtiva/comércio externo é um deles; 
2) ligado à história económica portuguesa, relaciona-se com a capacidade de lobbying dos vários grupos de pressão que se sucederam - os agraristas, os defensores do estado colonial, os sucessivos «velhos do Restelo» em matéria de reformas económicas? - sem que o Estado tenha conseguido sobrepor-se-lhes com êxito e atempadamente. A recorrência desta intervenção de influências retrógradas ao longo da história económica portuguesa é a principal responsável pela nossa característica dominante em matéria de política económica - a proposta, fora de tempo, de soluções atrasadas para problemas que, entretanto, deixaram de existir?" 

 

publicado por JSD Aguiar da Beira às 23:30
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